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VIANA DO CASTELO NA PUBLICIDADE DA SINGER

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Quando nos começos do século XX, a Singer Corporation começou a vender as suas máquinas de costura no nosso país, escolheu precisamente a vianense como alvo da sua publicidade, apresentando-a, laboriosa, com o seu traje domingueiro de lavradeira, sentada junto da máquina de coser da mesma maneira que poderia estar frente ao tear. A Singer conhecia bem os talentos da mulher de Viana do Castelo!

CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO LANÇA LINHA DE MERCHANDISING "MARCA VIANA" CRIADA POR JOVEM VIANENSES

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo tem já disponível, para venda, no Museu do Traje e Museu de Artes Decorativas, a linha de merchandising da Marca Viana, criada por Dânia Cerqueira Amorim, jovem de 24 anos natural de Perre, com formação em Design de Comunicação. Com o objetivo de aproximar a juventude dos processos de decisão e de permitir que os próprios jovens artistas intervenham nos processos criativos da história da sua cidade, através da promoção e divulgação dos seus sinais distintivos, a Câmara Municipal promoveu o Concurso de Design do merchandising da Marca Viana. O concurso foi promovido tendo em consideração que a identidade e a cultura de uma cidade são elementos fundamentais para a sua valorização e promoção. Com o objetivo de incentivar a criatividade dos jovens e fortalecer a ligação entre a comunidade e a cidade, nasceu, assim, o concurso “Marca Viana”. O concurso pretendeu o desenvolvimento de uma linha que represente e promova a cidade, destacando a sua história...

VINHO VERDE E TRADIÇÃO NA PUBLICIDADE DOS ANOS 40

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  Fonte: Panorama – Revista Portuguesa de Arte e Turismo, nº2. Julho 1941 / Hemeroteca Municipal de Lisboa

VIANA DO CASTELO NA PUBLICIDADE DA SINGER

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  Na sua obra “As Farpas”, Ramalho Ortigão tece ao talento da mulher vianense rasgados elogios, exaltando os seus dotes artísticos nos seguintes termos: “A aldeã do distrito de Viana é, por via de regra, tecedeira. É preciso não se confundir o que no Minho se chama tecedeira com o que geralmente se entende por teceloa. A tecedeira de Viana não se emprega numa fábrica nem tem propriamente uma oficina. Sabe simplesmente tecer como a menina de Lisboa sabe fazer crochet; e junto da janela engrinaldada por um pé de videira o seu pequenino tear caseiro, como o da casta Penépole, tem o aspeto decorativo de um puro atributo familiar, como um cavalete de pintura ou um órgão de pedais no recanto de um salão. A tecedeira trabalha mais para si do que para os outros nesse velho tear herdado e transmitido de geração em geração, e não tece servilmente e automaticamente, como nas fábricas, sobre um padrão imposto pelo mestre da oficina, mas livremente, como artista, ao solto capricho da sua fant...