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O PALÁCIO DOS CONDES DE ALMADA EM LISBOA - SENHORES DO PAÇO DE LANHESES - E A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA

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Quando ocorreu o golpe militar de 5 de Outubro de 1910 que deu origem à República Portuguesa, estava no Palácio dos Condes de Almada instalado o quartel-general da 1.ª divisão militar de Lisboa que comandava as forças monárquicas acampadas no Rossio. O embaixador da Alemanha foi aí parlamentar umas tréguas a fim de poder retirar sem perigo o pessoal diplomático, evitando ser atingido pelo fogo cruzado, tendo seguido rumo à Rotunda com o mesmo objectivo junto do comando republicano instalado num palacete que já não existe. A bandeira branca que exibiam a pedir tréguas foi erroneamente interpretada como um gesto de rendição por parte das forças monárquicas, o que levou aos carbonários que até então espreitavam nas ruas laterais a descer efusivamente até ao Rossio e abraçarem os soldados que ali se mantinham leais ao anterior regime. A imagem mostra os republicanos concentrados em frente ao Paço dos Condes de Almada. Foto: Arquivo Municipal de Lisboa

BANDAS DE MÚSICA DE AMARES E VIEIRA DO MINHO DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1ºDE DEZEMBRO

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A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

BANDAS DE MÚSICA DE AMARES E VIEIRA DO MINHO DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1ºDE DEZEMBRO

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  A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

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  A  Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a  Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

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  A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1 .

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  A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

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  A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

TABERNAS E CASAS DE PASTO DOS GALEGOS E MINHOTOS EM LISBOA

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As tabernas e, antes delas, as casas de pasto, constituíram um dos principais pólos de ocupação dos galegos e, posteriormente dos minhotos, nos maiores centros urbanos. Não raras a vezes, as tabernas estavam associadas ao comércio de carvoaria, incluindo petróleo, greda para os fogareiros e as célebres "bolas" de carvão produzidas nas tulhas das carvoarias como aproveitamento do cisco que so´brava dos carvões. De entre os minhotos em geral, foram sempre os courenses, limianos  e cerveirenses, com predomínio para os oriundos da freguesia de Covas, aqueles que porventura têm uma maior presença mantiveram neste ramo de atividade e, posteriormente, no comércio de restauração. A eles seguem-se os limianos e os cerveirenses, alguns monçanenses e barquenses. O desenvolvimento industrial registado na segunda metade do século XIX – designado por Fontismo ou Regeneração – foi determinante para a deslocação das populações do interior sobretudo para Lisboa à procura de trabalho e melho...

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A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

CENTRO GALEGO DE LISBOA ORGANIZA FOLIADA

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  A Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

PALÁCIO DA ROSA - OU DOS MARQUESES DE PONTE DE LIMA - EM LISBOA ESTÁ CLASSIFICADO COMO MONUMENTO DE INTERESSE PÚBLICO

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Um criado com vassoura à porta do Palácio da Rosa, em Lisboa, propriedade dos Marqueses de Castelo Melhor. Na realidade, trata-se do Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima que foram Viscondes de Vila Nova de Cerveira. O brasão é dos Limas. A propriedade só transitou para os Marqueses de Castelo Melhor por casamento da sobrinha do terceiro Marquês de Ponte de Lima, um excêntrico que não deixou descendência. A toponímia do local consagra o Marquês de Ponte de Lima. Fonte: Memórias do Reino de Portugal A respeito do Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima, vulgo Palácio da Rosa, situado em Lisboa, A Wikipédia descreve o seguinte: "Em 16 de Dezembro de 1393  foi dada autorização pela câmara de Lisboa a Afonso Anes  Nogueira, cavaleiro e alcaide-mor  e morador da dita cidade, filho do conhecido João das Leis  e casado com Joana Vaz de Almada (filha de Vasco Lourenço de Almada ), para derrubar uns "pardieiros" e fechar as ruas junto à Igreja de São Lourenço , para fazer uma...

O BANQUETE DA REPÚBLICA NO ACAMPAMENTO DA ROTUNDA ACONTECEU HÁ 116 ANOS!

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Os cestos com as duas mil pescadas. Um aspeto da confraternização. À esquerda vê-se um militar agarrado à sua namorada. Passam precisamente 116 anos desde a realização do grande banquete que, após os confrontos que levaram à implantação do regime republicano, teve lugar no acampamento da Rotunda onde um punhado de soldados e meia centena de carbonários se entrincheiraram às ordens do Comissário Naval Machado dos Santos. Uma vez alcançado o cessar-fogo na manhã do dia 5 de outubro, as hostilidades republicanas dirigiram-se para alvos mais comestíveis e nutritivos. O acampamento manteve-se por mais cinco dias que foram preenchidos com a realização de um autêntico festim que, a avaliar pelas quantidades de alimentos digeridos, reuniu largas centenas de comensais que, não tendo embora participado nos combates, não quiseram deixar os seus créditos de bravura por mãos alheias.  Desse extraordinário sucesso que não deveria ser omitido nas páginas da nossa História contemporânea onde se in...

ARTESANATO DE BARCELOS NO MERCADO DA PRIMAVERA EM 1970

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A fotografia é da autoria de Garcia Nunes, data de 1970 e documenta o pavilhão existente no desaparecido Mercado da Primavera, adstrito ao Museu de Arte Popular, em Lisboa, o qual funcionava como local de exposição e venda de artesanato de Barcelos. Foto: Arquivo Municipal de Lisboa

FADISTA MONÇANENSE MÁRCIA CONDESSA NASCEU HÁ 111 ANOS

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Passam hoje precisamente 111 anos sobre a data de nascimento da célebre fadista e empresária monçanense Márcia Condessa. Márcia Condessa – uma das mais afamadas cantadeiras do fado e empresária do ramo – nasceu em Monção há 111 anos. Ficou célebre a sua casa típica à Praça da Alegria, em Lisboa. Aliás, muitos foram os minhotos que ali atuaram, com os nossos trajes tradicionais. Márcia Condessa nunca esqueceu as suas raízes e ajudava os seus conterrâneos sempre que podia. Acerca da sua biografia, transcrevemos o que é referido no Portal do Fado. “Márcia Condessa nasceu em Monção a 28 de Setembro de 1915. Não tendo possibilidade para realizar estudos, veio ainda jovem para Lisboa para procurar trabalho. A sua ligação ao fado inicia-se no restaurante da Bica onde Márcia Condessa trabalhava e, por vezes, cantava fados e também algumas canções galegas. Em 1938, quando o jornal "Canção do Sul" organiza o Concurso da Primavera, os frequentadores e habitantes do bairro pedem a Márcia...

BANDAS DE MÚSICA DE AMARES E VIEIRA DO MINHO DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1ºDE DEZEMBRO

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A  Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, de Amares e a  Sociedade Filarmónica Vilarchão, de Vieira do Minho vão no próximo dia 1 de Dezembro desfilar em Lisboa nas comemorações do Dia da Restauração da Independência Nacional, em representação do Distrito de Braga. O Distrito de Viana do Castelo não se fará este ano representar nas referidas celebrações. O desfile decorre com o seguinte programa: 14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge) 15h00 - Início do Desfile 16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.800 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte (Hino do Minho), Hino da Restauração e "A Portuguesa" (versão integral). 16h50 - Fecho e desmobilização das bandas O evento é transmitido em direto pela RTP1.

CENTRO GALEGO DE LISBOA ENSINA DANÇA TRADICIONAL

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RANCHO FOLCLÓRICO MARIA DA FONTE DA CASA DO MINHO DO RIO DE JANEIRO DANÇOU EM LISBOA NO ROCK IN RIO

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  Participação do Rancho Maria da Fonte no concerto da Banda Calema no Rock in Rio 2026

VILA PRAIA DE ÂNCORA: A SARDINHA NÃO É PARA TRÊS - É PARA TODA A GENTE! 1 A 16 DE AGOSTO

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  A expressão "uma sardinha para três" é um retrato que procura lembrar tempos de grande escassez e pobreza extrema no país, simbolizando a necessidade de partilhar um único peixe por várias pessoas numa refeição. Na realidade, o problema residia na dificuldade de transportar o pescado para as localidades do interior distantes das princiapais lotas de peixe devido à falta de indústria do frio. As descargas eram abundantes, tal como sucedia na doca de Santos, em Lisboa. O peixe era transportado em vagons de comboio. O gêlo era produzido em grandes barras no armazém frigorífico que ficava junto à doca, onde muitos comerciantes minhotos que ainda não dispunham de frigorífico doméstico íam comprá-lo e transportavam nas velhas alcofas. Em meados da década de setenta começaram a surgir as viaturas frigoríficas mas, às aldeias, ainda só chegavam os velhos "sardinheiros"...

RESTOS MORTAIS DO CARDEAL SARAIVA REPOUSAM EM LISBOA NO PANTEÃO DOS CARDEAIS NO MOSTEIRO DE SÃO VICENTE DE FORA

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D. Frei Francisco de São Luís, vulgo Cardeal Saraiva, foi um dos principais vultos do liberalismo e constitui um dos ícones maiores de Ponte de Lima e do Minho. Os seus restos mortais repousam no Panteão dos Cardeal o Mosteiro de S. Vicente de Fora, em Lisboa, ao lado dos demais cardeais da Igreja Católica. Mesmo ao lado encontra-se o Panteão dos reis da Dinastia de Bragança. D. Frei Francisco de S. Luís, aliás Francisco Justiniano Saraiva, nasceu em Ponte de Lima em 1766 e faleceu em Lisboa em 1845. Aos catorze anos de idade, ingressou no Mosteiro de São Martinho de Tibães, da ordem beneditina, tendo daí saído anos mais tarde para o Mosteiro de Santo André de Rendufe e, posteriormente, para a Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra. Filiado na Maçonaria da qual chegou a ser Grão-mestre, adoptou o nome Condorcet, tendo ainda integrado o Sinédrio que foi a organização responsável pela revolução portuense de 1820. Apesar dos seus ideais, não deixou de combater os invasores franc...