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JORNAL "PRIMEIRO DE JANEIRO" RETRATOU O NATAL MINHOTO EM 1951

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  Ilustração no jornal «O Primeiro de Janeiro», representando o Natal duma família do povo, com poesia de Marta Mesquita da Câmara (25-12-1951). Fonte: Arquivo Municipal do Porto

EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA: UMA MINHOTA E UMA INDÍGENA GUINEENSE DA ETNIA BIJAGÓS

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Em 1934, realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a 1ª Exposição Ultramarina Colonial Portuguesa. O certame destinou-se a mostrar a grandeza de Portugal, incluindo os seus territórios ultramarinos. Para o efeito, reconstituiram-se no local aldeias indígenas, foi criado um jardim zoológico com animais exóticos e edificadas réplicas de monumentos ao mesmo tempo que se dava a conhecer os diferentes povos e grupos étnicos, a sua gastronomia e o empreendedorismo empresarial do país naqueles territórios. Na prática, esta exposição viria a tornar-se um ensaio para a organização da Exposição do Mundo Português que veio a ter lugar em Lisboa apenas seis anos depois. Na imagem vemos uma minhota com o seu traje domingueiro de lavradeira – vulgo traje à vianesa – junto de uma jovem indígena guineense da etnia dos Bijagós. Fonte: Arquivo Municipal do Porto

ESCRITOR FAFENSE DANIEL BASTOS APRESENTA EM FAMALICÃO E NO PORTO LIVRO SOBRE A DITADURA E A DEMOCRACIA

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O historiador da diáspora Daniel Bastos e o fotojornalista Marques Valentim. Vila Nova de Famalicão e Porto acolhem, nos dias 9 e 10 de outubro, duas sessões de apresentação do livro Portugal: da Ditadura à Democracia, da autoria do historiador da diáspora Daniel Bastos, uma obra construída a partir do espólio fotográfico de Marques Valentim, um dos nomes de referência do fotojornalismo português. A primeira sessão realiza-se sexta-feira, 9 de outubro, às 17h30, no Espaço Memória da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave, em Vila Nova de Famalicão, e será apresentada por Carlos de Sousa, antigo jornalista e presidente da Direção da Casa da Memória Viva. No dia seguinte, sábado, 10 de outubro, às 16h00, a obra será apresentada na Livraria Cooperativa UNICEPE, no Porto, numa sessão que contará com a apresentação do jornalista Carlos Magno. Publicada numa edição bilingue, em português e inglês, com tradução de Paulo Teixeira e prefácio de João Soares, antigo presidente da Câmara Mun...

MINHOTAS DESFILARAM NA EXPOSIÇÃO COLONIAL DO PORTO EM 1934

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  Fonte: Arquivo Municipal do Porto

PAINEL DE AZULEJOS RETRATANDO TRADIÇÕES DO MINHO "DESAPARECE" NO PORTO

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  Após a realização de obras numa moradia situada na Rua da Vilarinha,à Fonte da Moura, no Porto, desconhece-se o destino deste magnífico painel de azulejos. Fonte: Isolete Calheiros / Azulejos de Portugal

MUNICÍPIO DE PÓVOA DE LANHOSO QUER SERVIÇO DA CONTRASTARIA DO PORTO NO CENTRO DE COMPETÊNCIAS DA FILIGRANA

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  Município e CINDOR analisam possibilidade de trazer para a Póvoa de Lanhoso serviço da Contrastaria do Porto A Vice-Presidente e Vereadora da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Fátima Moreira, recebeu o Diretor Nacional das Contrastarias, Francisco Bastos, o Diretor da Contrastaria do Porto e da delegação de Gondomar, Paulo Mesquita, a Diretora do CINDOR, Eunice Neves, e a Coordenadora do Centro de Competências da Filigrana – Polo CINDOR, Carla Carvalho. A reunião de trabalho foi seguida de uma visita ao Centro de Competências da Filigrana – Polo CINDOR, na Póvoa de Lanhoso. O objetivo deste encontro foi a avaliação das condições do espaço e analisar a possibilidade de descentralização do serviço da Contrastaria do Porto para a Póvoa de Lanhoso, integrando-o no Centro de Competências da Filigrana – Polo CINDOR. Esta estratégia prevê a implementação de um modelo piloto de serviço descentralizado, assente em metodologias colaborativas e numa maior proximidade aos profissio...

TEATRO DE BALUGAS VAI ATÉ RAMALDE (PORTO) NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA

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  O nosso coletivo BARRO DOS DIABOS segue para o Porto, Braga e Famalicão nos próximos dias. Não percam! PORTO. Ramalde AMASPORTO - Encontro de Teatro Associativo Associação Recreativa e Cultural Conjunto Dramático "26 de Janeiro" 28 fev. 21h30 [entrada livre] BRAGA. Fradelos Mês do Teatro INATEL de Braga Auditório da Junta de Freguesia de Fradelos 14 mar. 11h00 [entrada livre] FAMALICÃO. Avidos Festival de Teatro Amador Terras de Camilo Auditório António Gomes 14 mar. 21h30 [entrada livre]

VIANA DO CASTELO: JORNALISTA ALEXANDRE VIEIRA – DESTACADO MILITANTE ANARCO-SINDICALISTA – FOI DIRETOR DO JORNAL “A BATALHA”, ÓRGÃO DA CONFEDERAÇÃO GERAL DO TRABALHO

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  Operário gráfico / tipógrafo e jornalista, Alexandre Vieira destacou-se enquanto figura relevante do movimento operário e do sindicalismo revolucionário nos últimos anos da Monarquia e durante toda a 1.ª República, tendo sido o primeiro director do periódico  A Batalha , esbatendo-se a sua intervenção sindical e política a partir da década de 1930. Filho do ferroviário José Fernandes Vieira, nasceu no Porto, na freguesia de Santo Ildefonso, em 11 de Setembro de 1880, com apenas dez anos era aprendiz de latoeiro em Viana do Castelo e aos quinze iniciou, em Coimbra, a sua vida de tipógrafo, profissão a que ficou sempre associado.  Dirigiu, em Viana do Castelo,  O Lutador , órgão local da Federação das Associações Operárias e filiou-se na Associação dos Compositores Tipográficos quando se fixou em Lisboa. Conviveu com Adolfo Lima [28/05/1874 - 27/11/1943], António Tomás Pinto Quartin [15/01/1887 - 07/02/1970], Aurélio Pereira da Silva Quintanilha [24/04/1892 - 2...

QUEM FOI O ESCRITOR E POETA DELFIM GUIMARÃES A QUEM PONTE DE LIMA DEVE MUITOS DOS SEUS VERSOS?

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“Delfim Guimarães. O Poeta da Amadora” é o título da melhor biografia até ao momento produzida acerca da vida e obra do poeta e escritor Delfim Guimarães. Da autoria de Lopes Vieira, o livro é uma edição da Câmara Municipal da Amadora, publicado em 1989 e encontra-se actualmente esgotado. A passagem dos 150 anos sobre a data do seu nascimento justificaria seguramente uma segunda edição desta obra. Neste livro, o autor traça de uma forma admirável o perfil do escritor Delfim Guimarães, acrescentando à sua biografia a sua obra literária e a sua intervenção cívica, não apenas no domínio profissional como ainda como cidadão interventivo na sua época que deixou uma obra cujos frutos continuam a ser colhidos pelas actuais gerações. Referimo-nos principalmente à sua acção política e cívica naquela localidade que viria a ser o actual Concelho da Amadora, nomeadamente através da criação da Liga de Melhoramentos que, entre outras iniciativas, foi responsável pela fundação das Escolas Alexandre H...