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SARDINHAS “MINHOTA” É UMA DAS MARCAS MAIS ANTIGAS DA INDÚSTRIA CONSERVEIRA PORTUGUESA – A RAÇÃO DE COMBATE QUE VIROU GOURMET

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Remonta aos começos do século XIX a invenção da comida enlatada, atribuindo-se ao industrial francês Nicolas Appert o invento do método de conservação dos alimentos através do seu aquecimento e acondicionamento em recipientes fechados como forma de interromper o processo de fermentação, segundo Pasteur como forma de eliminar os microrganismos. Durante muito tempo, este invento destinou-se a ser utilizado pelas tropas em campanha como ração de combate, o que ainda se verifica. A elevada utilização da comida enlatada nas trincheiras da Primeira Grande Guerra, assistiu-se a um grande incremento da indústria conserveira. Em Portugal, devido à sua localização costeira, esta atividade centrou-se preferencialmente no embalamento de espécies piscícolas como o atum e a sardinha. Com o decorrer do tempo, o consumo de produtos alimentares em embalagens de metal generalizou-se como uma forma nomeadamente de reduzir os inconvenientes resultantes do armazenamento das embalagens, aumentando contudo o...

PARLAMENTO EUROPEU APOIA HOMENAGEM DE PONTE DE LIMA AOS MILITARES EM RICHEBOURG – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

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  O Parlamento Europeu associa-se à homenagem que Ponte de Lima e particularmente a freguesia de Arcozelo desejam realizar em 2027, com a colocação de um memorial ou lápide em granito das Pedras Finas, no cemitério militar português da Grande Guerra, revelou-nos há pouco fonte parlamentar. De acordo com a informação, o órgão deliberativo da União Europeia, através da sua comissão de Cultura e Educação, congratula-se com a iniciativa e colaborará em tudo quanto seja necessário para concretizar o desejo dos Limianos e arcozelenses em particular; a proposta, recordamos, surgiu em Novembro de 2025 (foto de capa), com um encontro oficial em Gent, no fim da homenagem aos militares portugueses falecidos na Batalha de La Lys, que então juntara diplomatas de Portugal na Bélgica e na França, respectivamente em Bruxelas, Lille e Gent, autarcas de Richebourg, os Presidentes dos Combatentes da Bélgica e de Ponte de Lima, Vitor Gomes e Manuel Pereira, o da Junta de Arcozelo, Acácio Fernandes, ...

PONTE DE LIMA: GRANITO DE ARCOZELO NO MEMORIAL AOS MILITARES NA GRANDE GUERRA – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

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  Uma lápide em granito de Arcozelo, Ponte de Lima, será colocada em 2027 no cemitério militar português em Pas-de-Calais, Richebourg, no norte de França, próximo de Lille. Trata-se de uma decisão cujo início do processo remonta a Novembro do ano anterior, quando nos deslocamos à homenagem anual em Gent, aos militares portugueses mortos na I Guerra Mundial. Na ocasião, acompanhado dos Presidentes dos Núcleos dos Combatentes da Bélgica, Victor Alves Gomes, do de Ponte de Lima, Manuel Pereira, do Presidente da Junta de Arcozelo, Acácio Fernandes, do embaixador de Portugal na Bélgica, dos cônsules em Gent, Lille e Paris, do comandante da representação portuguesa na NATO, e outras entidades oficiais foi aceite a proposta. Posteriormente, em encontro no Parlamento Europeu, com o eurodeputado Paulo Cunha e seu chefe de gabinete, Nelson Braga, outras reuniões ocorreram. O assunto foi  ventilado pelo representante nacional na comissão de Património mundial classificado pela UNESCO...

PONTE DE LIMA: RECORDAR NORTON DE MATOS, E GRANITO DE ARCOZELO NA HOMENAGEM INTERNACIONAL AOS MORTOS DA I GRANDE GUERRA – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

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  Aquando da deposição de flores no passado domingo, 12 do corrente, ao general Norton de Matos, Ministro da Guerra no primeiro conflito mundial (1914-18), membro da delegação de Portugal ao Tratado de Paz assinado no Palácio de Versalhes no ano seguinte, foram apresentadas amostras de granito para uma homenagem aos militares Limianos mortos na I Guerra Mundial. O produto endógeno do centro de exploração e transformação no Parque das Pedras Finas, foi selecionado por entendidos no assunto: Paulo Martins, tesoureiro da Junta de Freguesia de Arcozelo e encarregado geral da “Feliciano Soares” e Carlos Matos, empresário do ramo, pai do jovem estrela de gastronomia regional, João Leonardo Matos. Os dois retalhos do “ouro da montanha” de Arcozelo, serão apresentados amanhã pelo Presidente da Liga dos Combatentes de Gent-Bélgica, Victor Gomes, em Richebourg, no norte de França, nas cerimónias de homenagem aos soldados portugueses mortos na Batalha de La Lys, ocorrida a 9 de Abril de 1...

O QUE FOI A BRIGADA DO MINHO NA FLANDRES? – SOLDADOS DO MINHO – HERÓIS DE PORTUGAL

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  A Brigada do Minho – denominação pela qual ficou conhecida e célebre a 4ª Brigada de Infantaria – integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português, teve como missão, desde 7 de fevereiro de 1918, guarnecer o sector de Fauquissart, na região de Pas-de-Calais, no norte de França. As suas forças cooperavam taticamente com o 6º Grupo de Baterias de Artilharia, o 4º Grupo de Metralhadoras Pesadas e as 4ªs baterias de morteiros médios e morteiros pesados. A bandeira da Brigada do Minho foi bordada e oferecida pelas famílias dos oficiais da Brigada. Como refere em carta reproduzida neste relatório o Tenente-Coronel João Diogo Guerreiro Telo, “Unificou o seu Quartel General, identificou-o de tal forma com o seu modo de ser, que êle constituiu até ao 9 de Abril um comando verdadeiramente modelar; conseguiu reunir na sua Brigada, e sabe Deus à custa de quantos esforços e de quanta perseverança, os quatro batalhões oriundos do Minho indo assim buscar ao espírito regionalista o ...

O QUE FOI A BRIGADA DO MINHO NA FLANDRES DURANTE A PRIMEIRA GRANDE GUERRA?

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  A Brigada do Minho – denominação pela qual ficou conhecida e célebre a 4ª Brigada de Infantaria – integrou a 2ª Divisão do Corpo Expedicionário Português, teve como missão, desde 7 de fevereiro de 1918, guarnecer o sector de Fauquissart, na região de Pas-de-Calais, no norte de França. As suas forças cooperavam taticamente com o 6º Grupo de Baterias de Artilharia, o 4º Grupo de Metralhadoras Pesadas e as 4ªs baterias de morteiros médios e morteiros pesados. A bandeira da Brigada do Minho foi executada e oferecida pelas famílias dos oficiais da Brigada. Como refere em carta reproduzida neste relatório o Tenente-Coronel João Diogo Guerreiro Telo, “Unificou o seu Quartel General, identificou-o de tal forma com o seu modo de ser, que êle constituiu até ao 9 de Abril um comando verdadeiramente modelar; conseguiu reunir na sua Brigada, e sabe Deus à custa de quantos esforços e de quanta perseverança, os quatro batalhões oriundos do Minho indo assim buscar ao espírito regionalista ...