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PONTE DE LIMA PARTICIPA NO FESTIVAL NATUREZA

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O Município de Ponte de Lima associa-se ao Festival Natureza, uma iniciativa promovida pela Natureza C'Alma – Associação pela Natureza, integrada nas comemorações do 25.º aniversário da Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d'Arcos. Ao longo do dia, os participantes poderão viver experiências inspiradoras que promovem a saúde, o bem-estar e uma maior consciência ambiental, através de um conceito inovador que convida a reencontrar na natureza um caminho para uma vida mais equilibrada.

MINHOTOS EM MOÇAMBIQUE REALIZAVAM O COMPASSO PASCAL NA CASA DO MINHO DE LOURENÇO MARQUES

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  Passam precisamente 71 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, rebatizada de Maputo, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. O compasso pascal foi uma das tradições que levaram consigo, dando a cruz florida a beijar aos conterrâneos que ali se juntavam também na Páscoa. Entretanto, h á meio século, a bandeira das quinas deixou de flutuar na capital do Índico e a maioria dos nossos compatriotas que viviam naquele território regressou à metrópole . Entre eles encontravam-se muitos minhotos que foram forçados a refazer a sua vida noutras paragens, tendo muitos regressado às suas origens . E o compasso pascal deixou de realizar-se tal como nós o celebramos nas vilas e aldeias minhotas.

EX-CASA DO MINHO DE LOURENÇO MARQUES: MINHOTOS LEVARAM PARA MOÇAMBIQUE A TRADIÇÃO DO COMPASSO PASCAL!

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  Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a Fé e a alegria, fazendo reviver as tradições mais genuínas da nossa região. Era o que sucedia em Moçambique, nomeadamente por ocasião das festividades da Páscoa, mais concretamente entre a comunidade que se reunia em torno da ex-Casa do Minho de Lourenço Marques, atual cidade do Maputo. À semelhança do que se verifica nas nossas vilas e aldeias, os minhotos realizavam o compasso pascal e a cruz era dada a beijar a todos quantos compareciam à festa. E não faltavam sequer as moças com os seus trajes domingueiros. Há cinquenta anos, o processo histórico então vivido na sequência do golpe militar do 25 de abril deu início a uma descolonização dos territórios ultramarinos que trouxe de regresso à metrópole os nossos conterrâneos e, consequentemente, à extinção da Casa do Minho em Lourenço Marques e outras congéneres existentes na Beira e em Luanda. Fotos: António Barreira | Rui Aguilar Cerqueira

CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) HOMENAGEOU O SPORTING CLUBE DE BRAGA EM 1966 – PUBLICADO NO JORNAL DE NOTÍCIAS

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CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) FOI FUNDADA HÁ 71 ANOS!

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  Passam 71 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. Para assinalar a efeméride, os minhotos e amigos que fizeram parte daquela instituição regionalista vão, no próximo dia 2 de maio à semelhança dos anos anteriores, rumar a Braga para mais um almoço de confraternização. Recordar os tempos vividos e preservar os laços de amizade criados naquelas paragens longínquas constituem os objetivos do encontro. Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens. Na realidade, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o ...