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PONTE DE LIMA: HISTÓRIAS DE MEDO VIVIDAS NAS ENCRUZILHADAS DO TEMPO

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  A revista “Notícias Magazine”, Suplemento do Jornal de Notícias, publicou no seu nº. 405, de 27 de Fevereiro de 2000, uma extensa reportagem dedicada a “Histórias do Sobrenatural”, fazendo referência a diversos casos ocorridos um pouco de norte a sul do país. Entre esses casos, conta-se uma visita à Freguesia da Correlhã, em Ponte de Lima, onde entrevistou o sr. Artur Lopes, pessoa bastante conhecida no meio local e ligada ao folclore da região. Decorridos mais de onze anos, a reportagem mantém o seu interesse e oportunidade no dia que hoje se celebra, razão pela qual a seguir se reproduz a parte respeitante a Ponte de Lima. “ Gamela dos medos A reportagem muda-se para Ponte de Lima. O senhor Artur Lopes, editor-livreiro naquela cidade, conduz-nos a mato Pequeno, freguesia da Correlhã. “Era dali. Grunhia. Queria que a seguissem. Depois metia na direcção da Veiga. A cor atirava para o branco… Dizia-se que era o Diabo”. O senhor Lopes explica in situa aparição da coisa: “Porca ...

PONTE DE LIMA: PADRE MANUEL MIRANDA – PÁROCO DE CABRAÇÃO – FOI O ÚLTIMO PADRE EXORCISTA DESTA LOCALIDADE!

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  Até aos finais dos anos setenta do século passado, a freguesia de Cabração, no concelho de Ponte de Lima, ficou célebre em todo o país e até no estrangeiro pelos rituais de exorcismo que dois párocos ali praticavam. Este tema mereceu inclusive a publicação de um artigo na edição de 1998 da revista “O Anunciador das Feiras Novas” sob o título “Cabração: o último exorcista”. O padre Miranda foi o último pároco que ali exerceu tal ofício. Era extraordinária afluência diária de visitantes à localidade. O atendimento era geralmente feito durante a manhã até à hora de almoço. E, no exterior da capela de Nossa Senhora do Azevedo, podia ver-se uma longa fila de automóveis que por vezes chegava às três dezenas. A pequena capela enchia-se por completo de pessoas que invariavelmente recorriam aos serviços do gentil pároco. Este procurava saber os pecados que condenavam a “alma penada” a encostar-se à criatura que atormentava. E, com umas valentes bofetadas, sempre acompanhadas de algu...