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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA INAUGURA EXPOSIÇÃO "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO" EM VIANA DO CASTELO - 6 DE NOVEMBRO

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  A ilustradora vianense Teresa Silva apresenta no próximo dia 30 de outubro, na Oficina Cultural da UNIPVC, a a exposição “Filha do Minho: Arte e Legado”. Trata-se de um trabalho de ilustração, inspirado em registos fotográficos, orais e escritos e nas suas vivências enquanto vianense, onde a tradição, o legado, a etnografia e o folclore estão presentes desde a infância. 30 de outubro | 17h00 | Oficina Cultural — Centro Académico

ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO" NO PRÓXIMO DIA 6 DE NOVEMBRO

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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO"

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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO"

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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO" NO PRÓXIMO DIA 6 DE NOVEMBRO

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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO"

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ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO"

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  A ilustradora vianense Teresa Silva apresenta no próximo dia 30 de outubro, na Oficina Cultural da UNIPVC, a a exposição “Filha do Minho: Arte e Legado”. Trata-se de um trabalho de ilustração, inspirado em registos fotográficos, orais e escritos e nas suas vivências enquanto vianense, onde a tradição, o legado, a etnografia e o folclore estão presentes desde a infância. 30 de outubro | 17h00 | Oficina Cultural — Centro Académico Foto: João NES STUDIO (designer gráfico) Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais. É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e lecionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu 6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado ...

EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA: UMA MINHOTA E UMA INDÍGENA GUINEENSE DA ETNIA BIJAGÓS

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Em 1934, realizou-se no Palácio de Cristal, no Porto, a 1ª Exposição Ultramarina Colonial Portuguesa. O certame destinou-se a mostrar a grandeza de Portugal, incluindo os seus territórios ultramarinos. Para o efeito, reconstituiram-se no local aldeias indígenas, foi criado um jardim zoológico com animais exóticos e edificadas réplicas de monumentos ao mesmo tempo que se dava a conhecer os diferentes povos e grupos étnicos, a sua gastronomia e o empreendedorismo empresarial do país naqueles territórios. Na prática, esta exposição viria a tornar-se um ensaio para a organização da Exposição do Mundo Português que veio a ter lugar em Lisboa apenas seis anos depois. Na imagem vemos uma minhota com o seu traje domingueiro de lavradeira – vulgo traje à vianesa – junto de uma jovem indígena guineense da etnia dos Bijagós. Fonte: Arquivo Municipal do Porto

ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE "FILHA DO MINHO: ARTE E LEGADO"

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  A ilustradora vianense Teresa Silva apresenta no próximo dia 30 de outubro, na Oficina Cultural da UNIPVC, a a exposição “Filha do Minho: Arte e Legado”. Trata-se de um trabalho de ilustração, inspirado em registos fotográficos, orais e escritos e nas suas vivências enquanto vianense, onde a tradição, o legado, a etnografia e o folclore estão presentes desde a infância. 30 de outubro | 17h00 | Oficina Cultural — Centro Académico Foto: João NES STUDIO (designer gráfico) Teresa Silva é natural de Viana do Castelo. Nasceu em 1979 e desde os primeiros anos de infância demonstrou sempre muita sensibilidade artística, sobretudo para as artes visuais com recurso a lápis ou tintas e trabalhos manuais. É licenciada em Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, variante Educação Visual e Tecnológica na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo e lecionou durante 7 anos na Região Autónoma dos Açores. Regressou ao continente e permaneceu 6 anos em Aveiro onde se dedicou ao Bordado ...

ILUSTRADORA VIANENSE TERESA SILVA EXPÕE ILUSTRAÇÃO ETNOGRÁFICA

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NÃO ACREDITO EM BRUXAS... MAS ELAS EXISTIAM NO MUNDO RURAL!

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Quem nunca ouviu à lareira contar estórias fantásticas acerca de bruxas que pela noite apareciam nas encruzilhadas dos caminhos munidas de trémulas candeias e se reuniam sob as pontes ou em locais ermos junto aos moinhos não viveu aquela infância coberta de fantasia. As bruxas eram mulheres comuns, em geral camponesas ou sábias locais que, à semelhança dos druídas, detinham conhecimento acerca da natureza, dos ritos tradicionais e ervas medicinais. Eram curandeiras e parteiras. detinham o saber sobre o uso das plantas e a quem as gentes da aldeia recorria para efetuar os partos. Eram, por assim dizer, as médicas do povo cujo conhecimento escapava ao controlo da medicina oficial e da Igreja Católica. Sobretudo entre os séculos XIV e XVIII, as suas práticas associadas a antigos ritos pagãos levaram à sua perseguição por parte da Igreja e da Inquisição sob a acusação de pactos com o demónio, levando não raras as vezes à sua execução pública. Entretando, o folclore e a literatura encarrega...

CORTEJO ETNOGRÁFICO DESFILA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA NAS FESTAS DE NOSSA SENHORA DA BONANÇA - 12 DE SETEMBRO

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VILA NOVA DE CERVEIRA: COVAS VAI TER MUSEU ETNOGRÁFICO

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VIMARANENSES RECRIAM LINHAL DA CORREDOURA

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SÃO JOÃO DE BRAGA: A VENDEDEIRA DE CHAPÉUS

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SÃO JOÃO DE BRAGA: NÃO HÁ FESTA SEM FOLCLORE!

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PATRIMÓNIO ETNOGRÁFICO MARCA QUINTO DIA DAS FESTAS DO SÃO JOÃO DE BRAGA

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O quinto dia das Festas de São João de Braga reuniu música tradicional, etnografia e folclore. Ao longo do dia, participantes e visitantes juntaram-se para assistir a alguns dos momentos mais identitários das festividades, reforçando a ligação da comunidade às suas raízes e tradições. A jornada arrancou com a habitual Novena a São João Baptista, na Igreja de São Lázaro, preservando a componente religiosa das celebrações e a devoção ao santo que dá nome às festividades. A música tradicional voltou a assumir um papel de relevo com o segundo e último dia de Braga Capital do Cavaquinho. O encontro reuniu músicos e entusiastas num momento de partilha e celebração do património musical da região. O património etnográfico saiu à rua Um dos momentos mais aguardados do dia foi o tradicional Cortejo Etnográfico, que voltou a percorrer as ruas da cidade com a participação de vários grupos etnográficos do concelho, acompanhados por carros alegóricos e pelo som da Banda Musical de Cabreiros. Atravé...

ARCO COM DOZE METROS INTEGRA CORTEJO ETNOGRÁFICO DO SÃO JOÃO DE BRAGA

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Um arco com 12 metros de altura marcará presença na edição deste ano, fruto de um desafio lançado pela Junta de Freguesia de Sobreposta às duas comissões de festas da freguesia: a Comissão de Festas do Santíssimo Sacramento e a Comissão de Festas de Nossa Senhora de Guadalupe. Esta iniciativa surge na sequência de um apelo da Associação de Festas de São João de Braga no sentido de haver um maior envolvimento das freguesias na construção e dinamização das celebrações sanjoaninas. Segundo Elizabete Silva, presidente da Junta de Freguesia, este projeto representa a capacidade de mobilização em torno de um património cultural que permanece vivo e profundamente enraizado na identidade local. A réplica do Arco de Sobreposta integrará o Cortejo Etnográfico, um dos momentos mais emblemáticos das festas, contribuindo para enriquecer o desfile com um elemento de grande dimensão e forte impacto visual. Após a participação no cortejo, a estrutura será colocada no Parque da Ponte, onde ficará expos...

SÃO JOÃO DE BRAGA VAI ASSISTIR AO CORTEJO ETNOGRÁFICO

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Junte-se a nós no Arco da Porta Nova, às 21h00, para testemunhar o cortejo dos grupos folclóricos participantes no Festival Folclórico das Festas de São João de Braga 2026.

SÃO JOÃO DE BRAGA ASSISTE HOJE AO DESFILE ETNOGRÁFICO

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