O processo conheceu nos últimos tempos algum avanço, mas não é tarefa célere: por um lado a complexidade do assunto, por outro a integração do Beato Francisco Pacheco (1565-1626) de Ponte de Lima no grupo de mártires estrangeiros, além da existência de um longo interregno na reabertura do processo de canonização, revelou-nos a semana passada fonte oficial em Roma. Relembramos que devemos ao Papa Pio IX em 1867, a beatificação do missionário Pontelimense na Ásia, Francisco Pacheco, martirizado a 20 de Junho de 1626 em Nagasaki, Japão, com outros companheiros. Mas, o nosso grupo de devotos do chamado santo mártir dos Limianos, prossegue o seu trabalho e elaboração dos respectivos relatórios de actividades para o Postulador da causa, o Padre João Caniço, do Lumiar, Lisboa, e também regularmente enviados para Roma. Aliás, após a comemoração dos 400 anos do martírio do candidato a Santo, com cerimónia solene na Matriz de Ponte de Lima a 20 de Junho último, presidida pelo Bispo da Diocese, D...