MONÇÃO HOMENAGEIA ARMANDO ALVES
Heranças da Terra – Homenagem a Armando Alves
15 de fevereiro, domingo | 15h30 | Cine Teatro João Verde | Entrada Gratuita (É
necessário fazer levantamento de bilhete).
Uma homenagem sentida e profunda a
quem dedicou uma vida inteira a Merufe
“Heranças da Terra – Homenagem a
Armando Alves” é um espetáculo que recria as vivências tradicionais do
quotidiano rural de Monção nos finais do século XIX e inícios do século XX,
valorizando os saberes e tradições locais, a sua identidade ancestral e a memória
coletiva do povo.
Organizado pelo Grupo Folclórico das
Lavradeiras de S. Pedro de Merufe, com a participação de mais quatro
agrupamentos folclóricos do nosso concelho, “Heranças da Terra” presta tributo
ao legado de Armando Alves na preservação e promoção do património imaterial
local.
Grupos Participantes
Grupo Folclórico das Lavradeiras de
S. Pedro de Merufe
Grupo Folclórico Estrela dos Vales
Grupo Folclórico de Pinheiros
Rancho Folclórico da Casa do Povo de
Barbeita.
Organização
Grupo Folclórico das Lavradeiras de
S. Pedro de Merufe
Armando Alves, nascido no dia 7 de
fevereiro de 1955, faleceu no dia 7 de março de 2025, com 70 anos de idade.
Respeitado e estimado por todos, trabalhou na Casa do Povo de Merufe e no
Centro de Saúde de Monção, tendo dedicado a sua vida ao progresso da sua terra,
à valorização da cultura popular e à defesa de causas nobres e justas.
No campo político, Armando Alves
exerceu durante mais de três décadas, com dedicação e competência, o cargo de
presidente da Junta de Freguesia de Merufe. Nas listas do CDS/PP, que elegeu um
deputado por Viana do Castelo, nas eleições autárquicas de 2005, Amando Alves
honrou Monção com a sua presença na Assembleia da República Portuguesa.
Na passagem dos 25 anos na
presidência da Junta de Freguesia de Merufe, a Câmara Municipal de Monção
reconheceu o seu trabalho a favor da população local, prestando-lhe uma
merecida homenagem em cerimónia pública.
Pertencente aos órgãos sociais da
Santa Casa da Misericórdia de Monção, o seu firme compromisso com a arte
popular traduziu-se, em 1972, na criação do Grupo Folclórico das Lavradeiras de
S. Pedro de Merufe.
Ao longo de meio século, esteve à
frente do agrupamento, símbolo da cultura e etnografia do nosso concelho, cuja
autenticidade e fidelização às práticas ancestrais, nos trajes e na sonoridade,
é reconhecida e louvada a nível nacional.

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