FAMALICÃO APOSTA NO ENSINO PROFISSIONAL REFORÇADAA COM NOVOS CENTROS TECNOLÓGICOS ESPECIALIZADOS
Investimento de 4,8 milhões de euros moderniza a formação na FORAVE e na Escola Secundária D. Sancho I e reforça ensino profissional no concelho
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, participou, na passada sexta-feira, 18 de setembro, na inauguração de quatro novos Centros Tecnológicos Especializados (CTE), instalados na Escola Profissional FORAVE, em Lousado, e na Escola Secundária D. Sancho I, em Vila Nova de Famalicão.
Com um investimento global de cerca de 4,8 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), os novos centros disponibilizam espaços de aprendizagem, oficinas e equipamentos tecnológicos orientados para áreas estratégicas da economia e da indústria.
Na FORAVE foram inaugurados dois Centros Tecnológicos Especializados, nas áreas da Informática e da Indústria, resultantes de um investimento próximo dos 2,6 milhões de euros, que reforçam a capacidade da escola para a formação nas áreas da mecatrónica, a eletrónica, a automação, transformação de polímeros e a informática.
A Escola Secundária D. Sancho I passou também a dispor de dois Centros Tecnológicos Especializados, dedicados às Energias Renováveis e à Informática. O investimento de 2,2 milhões de euros permite modernizar as condições de ensino e reforçar a formação em cursos como Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, Técnico de Informática – Sistemas e Técnico Instalador de Sistemas Solares Fotovoltaicos.
“Estes Centros Tecnológicos Especializados aproximam as condições de aprendizagem das tecnologias e dos processos utilizados diariamente pelas empresas. Estamos a preparar os nossos jovens para as profissões do presente e do futuro e, simultaneamente, a responder às necessidades de um tecido empresarial fortemente industrial, tecnológico e exportador”, salientou Mário Passos na inauguração dos equipamentos, 4 dos 8 CTE’s que captaram investimento do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), que foram criados no concelho. O autarca destacou ainda a ligação entre escolas, empresas, ensino superior e centros de investigação “fundamental para a competitividade e para o desenvolvimento de Vila Nova de Famalicão”.
Os novos equipamentos permitem aos alunos aprender, experimentar e trabalhar com tecnologias próximas das utilizadas no contexto empresarial, proporcionando uma formação mais prática, atual e ajustada às necessidades do mercado de trabalho. Constituem, igualmente, uma resposta aos desafios colocados pela digitalização, pela automação industrial e pela transição energética, num contexto de crescente procura de profissionais qualificados.
Em 2024, o concelho assegurou um financiamento global de 9,7 milhões de euros, proveniente do PRR, para a instalação dos oito centros, nas áreas da Informática, das Energias Renováveis e da Indústria, financiamento aplicado na qualificação das instalações, na modernização das oficinas e na aquisição de equipamentos tecnológicos de última geração.
Os CTE’s encontram-se distribuídos pela Escola Profissional FORAVE, Escola Profissional CIOR, Didáxis, Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado e Agrupamento de Escolas D. Sancho I.
Refira-se a este propósito que neste novo ano letivo, 47% dos alunos do concelho optaram pelo ensino profissional. Considerando toda a Rede Local de Educação e Formação, que inclui instituições localizadas fora do território concelhio, esta percentagem aumenta para 53%, números que colocam Famalicão como o município da região do Ave com mais alunos matriculados no ensino profissional.
Neste ano letivo, o ensino profissional no concelho envolve 1964 alunos, distribuídos por 96 turmas. O primeiro ano conta com 679 alunos e 33 turmas, o segundo com 652 alunos e 32 turmas e o terceiro com 633 alunos e 31 turmas. As Ciências Informáticas, a Metalurgia e Metalomecânica, a Eletricidade e Energia, a Eletrónica e Automação e o Comércio encontram-se entre as áreas formativas mais procuradas. Na sequência da revisão do Catálogo Nacional de Qualificações, a oferta foi também reforçada com novos cursos nas áreas de Desenvolvimento de Software, Sistemas de Computação e Redes, Indústrias Alimentares, Vendas e Marketing, Soldadura, Desenho e Projeto/Design Industrial e Música – Intérprete.
A oferta formativa é assegurada pelo Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado, Escola Profissional CIOR, Escola Profissional FORAVE, Didáxis de Riba de Ave e ACE – Polo de Famalicão.
A articulação entre o Município, os estabelecimentos de ensino, as empresas e as instituições de ensino superior e de investigação e desenvolvimento tem permitido construir um ecossistema colaborativo orientado para a qualificação dos jovens, a inovação empresarial e a adaptação do território às transições tecnológica, digital e ambiental, de forma a corresponder a um mercado de trabalho onde o desenvolvimento tecnológico é particularmente valorizado e a mão de obra qualificada cada vez mais procurada pela industria. “É neste contexto de exigência técnica, que o ensino profissional desempenha um papel fundamental na capacitação dos jovens do território, funcionando como o principal canal de resposta às necessidades de recrutamento do tecido empresarial”, apontou ainda Mário Passos.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, participou, na passada sexta-feira, 18 de setembro, na inauguração de quatro novos Centros Tecnológicos Especializados (CTE), instalados na Escola Profissional FORAVE, em Lousado, e na Escola Secundária D. Sancho I, em Vila Nova de Famalicão.
Com um investimento global de cerca de 4,8 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), os novos centros disponibilizam espaços de aprendizagem, oficinas e equipamentos tecnológicos orientados para áreas estratégicas da economia e da indústria.
Na FORAVE foram inaugurados dois Centros Tecnológicos Especializados, nas áreas da Informática e da Indústria, resultantes de um investimento próximo dos 2,6 milhões de euros, que reforçam a capacidade da escola para a formação nas áreas da mecatrónica, a eletrónica, a automação, transformação de polímeros e a informática.
A Escola Secundária D. Sancho I passou também a dispor de dois Centros Tecnológicos Especializados, dedicados às Energias Renováveis e à Informática. O investimento de 2,2 milhões de euros permite modernizar as condições de ensino e reforçar a formação em cursos como Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, Técnico de Informática – Sistemas e Técnico Instalador de Sistemas Solares Fotovoltaicos.
“Estes Centros Tecnológicos Especializados aproximam as condições de aprendizagem das tecnologias e dos processos utilizados diariamente pelas empresas. Estamos a preparar os nossos jovens para as profissões do presente e do futuro e, simultaneamente, a responder às necessidades de um tecido empresarial fortemente industrial, tecnológico e exportador”, salientou Mário Passos na inauguração dos equipamentos, 4 dos 8 CTE’s que captaram investimento do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), que foram criados no concelho. O autarca destacou ainda a ligação entre escolas, empresas, ensino superior e centros de investigação “fundamental para a competitividade e para o desenvolvimento de Vila Nova de Famalicão”.
Os novos equipamentos permitem aos alunos aprender, experimentar e trabalhar com tecnologias próximas das utilizadas no contexto empresarial, proporcionando uma formação mais prática, atual e ajustada às necessidades do mercado de trabalho. Constituem, igualmente, uma resposta aos desafios colocados pela digitalização, pela automação industrial e pela transição energética, num contexto de crescente procura de profissionais qualificados.
Em 2024, o concelho assegurou um financiamento global de 9,7 milhões de euros, proveniente do PRR, para a instalação dos oito centros, nas áreas da Informática, das Energias Renováveis e da Indústria, financiamento aplicado na qualificação das instalações, na modernização das oficinas e na aquisição de equipamentos tecnológicos de última geração.
Os CTE’s encontram-se distribuídos pela Escola Profissional FORAVE, Escola Profissional CIOR, Didáxis, Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado e Agrupamento de Escolas D. Sancho I.
Refira-se a este propósito que neste novo ano letivo, 47% dos alunos do concelho optaram pelo ensino profissional. Considerando toda a Rede Local de Educação e Formação, que inclui instituições localizadas fora do território concelhio, esta percentagem aumenta para 53%, números que colocam Famalicão como o município da região do Ave com mais alunos matriculados no ensino profissional.
Neste ano letivo, o ensino profissional no concelho envolve 1964 alunos, distribuídos por 96 turmas. O primeiro ano conta com 679 alunos e 33 turmas, o segundo com 652 alunos e 32 turmas e o terceiro com 633 alunos e 31 turmas. As Ciências Informáticas, a Metalurgia e Metalomecânica, a Eletricidade e Energia, a Eletrónica e Automação e o Comércio encontram-se entre as áreas formativas mais procuradas. Na sequência da revisão do Catálogo Nacional de Qualificações, a oferta foi também reforçada com novos cursos nas áreas de Desenvolvimento de Software, Sistemas de Computação e Redes, Indústrias Alimentares, Vendas e Marketing, Soldadura, Desenho e Projeto/Design Industrial e Música – Intérprete.
A oferta formativa é assegurada pelo Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado, Escola Profissional CIOR, Escola Profissional FORAVE, Didáxis de Riba de Ave e ACE – Polo de Famalicão.
A articulação entre o Município, os estabelecimentos de ensino, as empresas e as instituições de ensino superior e de investigação e desenvolvimento tem permitido construir um ecossistema colaborativo orientado para a qualificação dos jovens, a inovação empresarial e a adaptação do território às transições tecnológica, digital e ambiental, de forma a corresponder a um mercado de trabalho onde o desenvolvimento tecnológico é particularmente valorizado e a mão de obra qualificada cada vez mais procurada pela industria. “É neste contexto de exigência técnica, que o ensino profissional desempenha um papel fundamental na capacitação dos jovens do território, funcionando como o principal canal de resposta às necessidades de recrutamento do tecido empresarial”, apontou ainda Mário Passos.



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