GREVE NA ULS DE BRAGA: TÉCNICOS SUP. DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA CONTESTAM PAGAMENTO DE ESTACIONAMENTO
Sexta-feira, 13 de março. Profissionais
vão concentrar-se, em frente ao Hospital de Braga, às 10h.
Os profissionais de saúde das áreas de
diagnóstico e terapêutica da Unidade Local de Saúde de Braga juntam-se à greve
marcada para a próxima sexta-feira, 13 de março, entre as 00h00 e as 24h00, em
protesto contra a obrigatoriedade de pagamento do estacionamento no Hospital de
Braga.
A paralisação é promovida
conjuntamente pelo STSS – Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde
das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica, pelo Sindicato dos Médicos do Norte,
pelo Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos, pelo Sindicato dos
Enfermeiros Portugueses e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas
e Sociais do Norte. Está também marcada uma concentração às 10h00, em frente ao
Hospital de Braga, onde os profissionais irão manifestar o seu
descontentamento.
Para estes profissionais, o
estacionamento não constitui um benefício, mas uma condição de trabalho
essencial, tendo em conta a inexistência de uma rede de transportes públicos
adequada aos horários praticados no hospital, nomeadamente durante a noite, fins
de semana e turnos prolongados.
O protesto exige uma solução que
garanta equidade e condições de trabalho justas para todos os profissionais que
asseguram diariamente a prestação de cuidados de saúde. Entre as principais
reivindicações estão a isenção total e permanente do pagamento de
estacionamento para todos os profissionais, fim de práticas discriminatórias,
criação de acesso rodoviário exclusivo para profissionais e negociação com a
entidade gestora para garantir condições justas.
O STSS sublinha que esta é uma luta
por condições de trabalho dignas e por respeito pelos profissionais que
garantem diariamente a resposta do sistema de saúde.
Durante a greve estarão assegurados
os serviços mínimos legalmente previstos, garantindo a continuidade da resposta
em situações prioritárias e urgentes. A estrutura sindical espera que a
administração da unidade e as entidades competentes encontrem rapidamente uma
solução para este problema.

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