GASTRONOMIA E VINHOS JUNTA ALTO MINHO, BRASIL, BÉLGICA E ESTÓNIA – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

 


Em tempo de miniférias, ocupadas para algum trabalho complementar, gratuito, mas por gosto e dedicação, realizamos mais um encontro de amigos, de dentro e de fora do nosso Portugal, alguns aqui fixados por actividade profissional, outros mais longe…

Para consultar a agenda, partilhar representações, ora do nosso Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, ora das confrarias, como a dos Vinhos de Portugal na Bélgica e dos Gastrónomos do Minho, e preparar outros eventos, como no Inverno próximo, a homenagem aos militares portugueses (e altominhotos) mortos na I Guerra Mundial, na Flandres.

Assim, reunimos a equipa possível, pois fim de semana é de ocupação intensa para alguns, nomeadamente os chefs de cozinha.

De Bruxelas, juntaram-se o Presidente da Liga dos Combatentes em Gent, Victor Alves Gomes, administrador do CEI(Conselho Europeu de Investigação), e a esposa, Trinn Aasma, da Estónia, secretária da instituição na Bélgica, e administradora no CESE (Conselho Económico e Social Europeu), comissões de Trabalho, Segurança Social e Refugiados, um órgão de consulta do Parlamento. Acompanhava-os o pai e sogro, outrora pintor e decorador da famosa faiança de Limoges, França.

De Lisboa, subiu á sua terra, Vila Franca do Lima, o assessor jurídico na Câmara, José Inácio Faria, antigo eurodeputado nas áreas de Segurança Alimentar e Saúde Pública e Ambiente, e conjugue, Isabela Barreto, docente universitária no Rio de Janeiro.

E, a mesa completou-se com o Alto Minho: o signatário, o Presidente da Junta de Arcozelo-Ponte de Lima, Acácio Fernandes, e o relações-públicas da Confraria dos Gastrónomos do Minho e produtor de Loureiro, Avelino Matos.

Quanto a cardápio para almoço de trabalho, dessa tarefa, Na Brasa, encarregaram-se o patrão Patrício e seu braço direito, o jovem limiano, arcozelense, João Leonardo Matos. O momento, duradouro de quase quatro horas, abriu com uma prova de novas apostas da promissora estrela: empadas de capa da costela, de bacalhau e de pernil de porco. Os avaliadores atribuírem nota máxima ao trabalho apresentado. Seguiu-se o prato “rei” da casa: Picanha, com carne da origem, e todos os restantes complementos: feijão preto, farofa, etc, etc. A acompanhar uns legumes salteados, e um segredo…

Descanso da ferramenta para intervenções e acta do acordado: participação em actividades culturais e gastronómicas em Portugal e mais além, na Europa: Loures, Tabuaço, Bruxelas, Luxemburgo, Estocolmo, talvez Amesterdão e no outro lado do mundo. Nessas mostras gastronómicas, haverá vinhos do Entre Douro e Minho, as recentes  empadas do jovem João (já em testes outros sabores), até talvez com uma junção das apreciadas nos EUA,  as chicken pic, e as de camarão ou de queijo, no Brasil.

Para fechar o repasto, o nosso João tinha uma panóplia de doces, regionais e internacionais: os pudins de laranja e o de Abade de Priscos, a tarte de limão merengada e o chease cake de frutos vermelhos.



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