SUÉCIA DESEJA RE(HOMENAGEAR) ANTÓNIO FEIJÓ – CRÓNICA DE TITO DE MORAIS
A amizade e relações literárias e culturais iniciou-se em 2021 com a exposição – ANTÓNIO FEIJÓ 1859/1917. Desde então, ao longo de quase cinco anos, incrementada essa cooperação, pessoal e institucional, tem havido várias actividades nos dois países.
Um novo encontro, com a cultura portuguesa, limiana, e a gastronomia dos
dois países está a ser preparado, com anuência da família Wesselén [Feijó],
bisneto, trinetos e tetraneta, residentes em Estocolmo, Gotemburgo e Fallun, e
nossos primos lá radicados, Manuel e Raphael Tito de Morais, ele director de
produção da Ericsom e o mano, árbitro internacional de râguebi subaquático, na
capital sueca.
Com algum tempo de distância, pois é necessário equacionar tudo e todos, a
começar por entidades oficiais: a representação diplomática de Portugal e de
outros países; o recém – nomeado elemento do júri do Prémio Nobel da Medicina e
catedrático da faculdade Karolinska, Gonçalo Castelo Branco; a directora do
Centro de Língua Portuguesa – Camões, na Universidade de Estocolmo, Vera
Fonseca; o representante das comunidades portuguesas na Escandinávia e docente
jubilado da universidade pública da capital sueca ; o Presidente da APE
(Associação dos Portugueses de Estocolmo) e cientista, Duarte Sacramento; o
diplomata espanhol e director do Instituto Cervantes na Suécia, onde em Março
último decorreu o Festival Iberoamericano de Gastronomia e Culturas, entre
outros.
Para alinhamento do programa, aguardamos o agendamento da deslocação ao
Douro duma diplomata lusíada (em actividade na região), naquele reino do norte
europeu, possivelmente a Tabuaço, onde decorrerá também uma prova gastronómica
do Chef Thomas Egger, com ementa recolhida nas missivas de António Feijó, e Eça
de Queirós, a apresentar no banquete diplomático sueco.
Depois de cardápios cumpridos em Estocolmo pela nossa equipa de cozinha do
Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, Paulo Santos, Domingos Gomes e João
Leonardo Matos, o artista que se segue, parece será recrutado no Douro e terra
natal de um outro diplomata-escritor, Abel Botelho (Tabuaço 1854-Buenos Aires
1917), embaixador de Portugal na Argentina.





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