AURÉLIO CABRAL: UM BRACARENSE NA LEGIÃO ESTRANGEIRA FRANCESA
Aurélio Cabral tinha vinte anos quando entrou para a Legião Estrangeira Francesa. Natural de Atiães, concelho de Braga, foi legionário entre 1982 e 2007 e viu camaradas serem mortos em ataques na Costa do Marfim e na antiga Jugoslávia. Foi a "aventura" e a "curiosidade" que o levaram a ingressar na mais famosa legião estrangeira, uma tropa de elite criada em 1831 para defender os interesses de França em África, no oceano Pacífico e na América do Sul. Desde então, homens de 150 nacionalidades têm arriscado a vida por uma pátria que não é a sua, mas que adotam como sendo.
A Legião Estrangeira Francesa sempre atraiu portugueses, e a região do Minho não é exceção. Militares, ex-combatentes do Ultramar e civis do norte de Portugal alistaram-se em busca de uma nova vida, fugas a problemas, ou para capitalizar a sua experiência militar.
Muitos minhotos com passagens anteriores pelas Forças Armadas Portuguesas viram na Legião uma progressão de carreira ou uma oportunidade financeira. Um caso notável é o de Aurélio Cabral, natural de Atiães, no concelho de Braga, que serviu como legionário entre 1982 e 2007, participando em teatros de guerra complexos como na Costa do Marfim e na antiga Jugoslávia.
Historicamente, os portugueses são considerados tropas muito, o que lhes permitiu subir a cargos de chefia.
Fonte: Correio da Manhã | Foto: Carlos Barroso

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