DE PONTE DE LIMA À SUÉCIA: NO RASTO DE ANTÓNIO FEIJÓ EM ESTOCOLMO (1) - CRÓNICA DE TITO DE MORAIS

Começamos então a série de crónicas sobre a última deslocação a Estocolmo, uma viagem de família de quatro dias, os quais foram corridos, mas ocupados até anoitecer em visitas aos principais pontos turísticos da capital da Suécia.

O relato de trajectos abre com a Ilha de Djugarden, também chamada Ilha dos Museus, pois é nela quês e situam os mais importantes ou visitados: o Vasa, que mais não é do que o poderoso navio militar naufragado á saída do porto em 1628, e que neste momento apresenta também os trajes e outros adereços utilizados nas filmagens de outra fatídica viagem inaugural: a do Titanic em 1912, o best film dirigido por James Cameron e Leonardo Di Caprio e Kete Winslet como actores principais .

Frente ao icónico património marítimo, situa-se o Museu Nórdico, resultante da adaptação de um dos pavilhões da Exposição Universal de Artes e Indústria Sueca em 1897, portanto visitada pelo nosso António Feijó, pois nomeado para o posto diplomático sueco em 1891 lá permaneceu até à morte em 1917. De salientar que esse acontecimento internacional na sede do reino da Escandinávia há cento e trinta anos a completar no próximo, apresentou novidades ao tempo; foi o caso de projecção de filmes e equipamento sonoro, com a transmissão do discurso do monarca sueco!

A fechar as linhas dedicados ao megaevento, informamos que frente à ilha e junto da ponte de ligação, olhando a foto de capa de frente, o vasto edifício côr de laranja, foi também construído para apoio à EXPO de Estocolmo. Hoje, desde 1947 por aluguer do Estado português, no primeiro andar situa-se a residência do embaixador de Portugal, e nos dois salões apresentou há poucos anos atrás, o nosso amigo chef Paulo Santos, o Bacalhau à Eça de Queirós, na companhia do bisneto de António Feijó, Thomas Wesslén e trineta Anna, iguaria que ambos devoravam aquando e férias diplomáticas, por exemplo, no extinto Hotel Espanhol, na lisboeta baixa pombalina.

Outro local emblemático na Ilha de Djugarden, é o Museu dos Abba, esse famoso grupo musical desaparecido dez anos após a sua fundação em 1972 em Estocolmo. Por hoje, ficamos aqui no primeiro relato de viagem…




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