JORNAL "CORREIO DO MINHO" COMEMORA 100 ANOS DE PUBLICAÇÃO - AMARES INAUGURA EXPOSIÇÃO
O Município de Amares e o Correio do Minho vão no próximo dia 2 de outubro inaugurar a exposição “100 Anos Correio do Minho | 1926–2026”, que terá lugar na Galeria de Artes e Ofícios de Amares.
A sessão contará ainda com a apresentação do livro “Correio do Minho – 100 Anos de História”, da autoria de Joaquim Silva Gomes, que assinala um século de percurso do respetivo órgão de comunicação social.
O jornal Correio do Minho foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa.
O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase.
A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia. A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua actividade condicionada ora pelo Governo Civil., ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização. Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do Correio do Minho.
Este jornal também “ganha voz”, graças às ações de solidariedade que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos. Com uma história repleta de histórias, o presente periódico contribui diariamente para a afirmação nacional e internacional da região do Minho.
Fonte: Wikipédia
O jornal Correio do Minho foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa.
O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase.
A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia. A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua actividade condicionada ora pelo Governo Civil., ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização. Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do Correio do Minho.
Este jornal também “ganha voz”, graças às ações de solidariedade que tem vindo a desenvolver ao longo dos anos. Com uma história repleta de histórias, o presente periódico contribui diariamente para a afirmação nacional e internacional da região do Minho.
Fonte: Wikipédia


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