PÓRTICO 200 ANOS ASSINALOU ABERTURA DOS 200 ANOS DAS FEIRAS NOVAS DE PONTE DE LIMA - CRÓNICA DE TITO DE MORAIS
Foi a entrada monumental da comemoração dos 200 anos das Feiras Novas de Ponte de Lima, e inaugurada pelas 22 horas de há oito dias, na quarta-feira 9 de Setembro, perante milhares de pessoas, comas fotografias por drone justificam
Um mix de cores instalado numa estrutura suspensa e colocada à boca do Passeio 25 de Abril marginal ao Lima, na confluência da Rua Inácio Perestrelo com o Largo de Camões, com recurso a várias gambiarras de luzes coloridas, adereços e colunas de som. Aqui, uma selecção de melodias que sem escutam nas Feiras Novas: o folclore, o fado, a de discoteca, e a fechar, o Hino de Ponte de Lima, com letra do poeta, diplomata e gastrónomo António Feijó (1859-1917).
Uma alegria dos festejos em honra da Virgem das 7 Dores, uma identidade de uma das mais castiças quão procuradas festas e romarias de Portugal, e também com abraço à Galiza, pois dezenas de autocarros estacionaram no fim de semana nos subúrbios da vila limiana, para seus passageiros viverem as Feiras Novas, tudo estava patente naquele pórtico símbolo do grandioso megaevento anual do Alto Minho.
Um mix de cores instalado numa estrutura suspensa e colocada à boca do Passeio 25 de Abril marginal ao Lima, na confluência da Rua Inácio Perestrelo com o Largo de Camões, com recurso a várias gambiarras de luzes coloridas, adereços e colunas de som. Aqui, uma selecção de melodias que sem escutam nas Feiras Novas: o folclore, o fado, a de discoteca, e a fechar, o Hino de Ponte de Lima, com letra do poeta, diplomata e gastrónomo António Feijó (1859-1917).
Uma alegria dos festejos em honra da Virgem das 7 Dores, uma identidade de uma das mais castiças quão procuradas festas e romarias de Portugal, e também com abraço à Galiza, pois dezenas de autocarros estacionaram no fim de semana nos subúrbios da vila limiana, para seus passageiros viverem as Feiras Novas, tudo estava patente naquele pórtico símbolo do grandioso megaevento anual do Alto Minho.


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