PAREDES DE COURA TEM MEL… EM CORNO DO BICO!
A quase 900 metros de altitude situa-se a área da Paisagem Protegida do Corno do Bico, no concelho de Paredes de Coura.
Distante dos grandes aglomerados urbanos e vias de comunicação, o Corno do Bico beneficia de extraordinárias condições ambientais que lhe permitem nomeadamente a cultura apícola.
Tal como o povo de Israel foi conduzido à terra prometida onde jorraria o leite e o mel, também os limianos foram abençoados com uma terra fértil na qual se produz uma das maiores riquezas do Minho – o mel!
De acordo com pesquisas científicas e históricas, a produção do mel por abelhas remonta há quase 20 milhões de anos, portanto a uma época bastante mais recuada à existência do próprio Homem. Porém, o começo da apicultura deverá ter ocorrido há mais de 4 mil anos no Antigo Egipto. De resto, foram em 1922 encontradas no túmulo de Tutankhamón várias vasilhas com mel em perfeitas condições, apesar do tempo decorrido.
No século I, os chineses, hindus, árabes e celtas tratavam a hidrofobia com o recurso ao chá de abelhas. De igual modo, os romanos utilizavam-no para a conservação de frutas e peixe que era guardado em ânforas e coberto de mel. E, finalmente, é num antigo costume romano que tem origem a designação “Lua de Mel”. A mãe da noiva tinha por regra deixar na alcova nupcial um pote de mel para os recém-casados recuperarem energias, mantendo-se esta prática durante toda a lua, ou seja, a semana lunar.
A produção de mel ocupa um lugar de destaque na economia, da mesma forma que a apicultura é da maior importância para o aumento da produção frutícola e riqueza dos pomares.
Na área da Paisagem Protegida do Corno do Bico encontram-se inventariadas 439 espécies florais, o que confere uma notável riqueza ao mel – qual néctar dos deuses apenas comparável ao ouro com que as laboriosas abelhas nos presenteiam. Qual Terra Prometida, Paredes de Coura é, pois, uma terra onde corre o leite e o mel!
Distante dos grandes aglomerados urbanos e vias de comunicação, o Corno do Bico beneficia de extraordinárias condições ambientais que lhe permitem nomeadamente a cultura apícola.
Tal como o povo de Israel foi conduzido à terra prometida onde jorraria o leite e o mel, também os limianos foram abençoados com uma terra fértil na qual se produz uma das maiores riquezas do Minho – o mel!
De acordo com pesquisas científicas e históricas, a produção do mel por abelhas remonta há quase 20 milhões de anos, portanto a uma época bastante mais recuada à existência do próprio Homem. Porém, o começo da apicultura deverá ter ocorrido há mais de 4 mil anos no Antigo Egipto. De resto, foram em 1922 encontradas no túmulo de Tutankhamón várias vasilhas com mel em perfeitas condições, apesar do tempo decorrido.
No século I, os chineses, hindus, árabes e celtas tratavam a hidrofobia com o recurso ao chá de abelhas. De igual modo, os romanos utilizavam-no para a conservação de frutas e peixe que era guardado em ânforas e coberto de mel. E, finalmente, é num antigo costume romano que tem origem a designação “Lua de Mel”. A mãe da noiva tinha por regra deixar na alcova nupcial um pote de mel para os recém-casados recuperarem energias, mantendo-se esta prática durante toda a lua, ou seja, a semana lunar.
A produção de mel ocupa um lugar de destaque na economia, da mesma forma que a apicultura é da maior importância para o aumento da produção frutícola e riqueza dos pomares.
Na área da Paisagem Protegida do Corno do Bico encontram-se inventariadas 439 espécies florais, o que confere uma notável riqueza ao mel – qual néctar dos deuses apenas comparável ao ouro com que as laboriosas abelhas nos presenteiam. Qual Terra Prometida, Paredes de Coura é, pois, uma terra onde corre o leite e o mel!

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